FMF apoia recandidatura de Gianni Infantino à FIFA e defende continuidade na liderança mundial

A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) declarou apoio oficial à recandidatura de Gianni Infantino à presidência da FIFA para o ciclo 2027–2031, destacando a importância da continuidade na liderança do futebol mundial.

A decisão reflecte, segundo a direcção da FMF, um consenso interno baseado na estabilidade e nos avanços registados sob a actual gestão da FIFA.

FMF anuncia apoio durante congresso da FIFA

O posicionamento foi anunciado pelo presidente da FMF e vice-presidente da CAF, Feizal Sidat, durante o 76.º Congresso da FIFA, realizado em Vancouver.

Sidat sublinhou que a federação moçambicana confia numa liderança orientada para o futuro e capaz de responder aos desafios globais do futebol.

Infantino recebe apoio com base em resultados

Entre os principais argumentos apresentados, a FMF destaca os avanços alcançados durante a gestão de Gianni Infantino, incluindo maior presença internacional da FIFA e melhorias nos mecanismos de governação.

Também foram referidos investimentos em infraestruturas e a expansão de programas de apoio às federações afiliadas.

Continuidade vista como estratégica para países em desenvolvimento

A FMF considera que a continuidade da actual liderança pode ser decisiva para consolidar ganhos já obtidos, sobretudo em países em desenvolvimento, onde ainda existem desafios no acesso a recursos e oportunidades.

O reforço do apoio internacional é apontado como essencial para o crescimento equilibrado do futebol.

Cooperação entre FIFA e federações é prioridade

Segundo a federação moçambicana, o progresso do futebol global depende da cooperação entre a FIFA e as suas associações membros, com foco no fortalecimento institucional.

A promoção de modelos sustentáveis de desenvolvimento é vista como um dos pilares para o futuro da modalidade.

Estabilidade pode definir o futuro do futebol mundial

A FMF entende que a manutenção da actual liderança poderá garantir estabilidade e continuidade num momento de transformação acelerada do futebol internacional.

Especialistas apontam que decisões como esta podem influenciar o equilíbrio de forças dentro da FIFA nos próximos anos.